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A Remuneração de Executivos e o Desempenho Financeiro nas Empresas Brasileiras de Capital Aberto
Bruna Bossolani, Elizabeth Krauter

Última alteração: 2017-08-25

Resumo


Este estudo teve por objetivo investigar a existência de relação entre a remuneração praticada aos executivos e o desempenho financeiro alcançado pelas empresas de capital aberto no Brasil, considerando-se especificamente as organizações listadas no segmento “Novo Mercado” da BM&FBOVESPA, para os anos de 2015 e 2016. Para isso, as variáveis de remuneração foram consideradas em três grandes grupos – Remuneração Fixa (RF), Remuneração Variável (RV) e Remuneração Total (RT) –, enquanto o desempenho financeiro foi dimensionado com base em dois indicadores financeiros – Retorno Sobre Ativos Totais (ROA) e Retorno Sobre o Patrimônio Líquido (ROE). Buscou-se testar a seguinte hipótese: existe relação positiva e significante entre a remuneração praticada aos executivos e o desempenho financeiro alcançado pelas organizações brasileiras de capital aberto. Adicionalmente, foi analisada a composição da remuneração dos executivos, ou seja, qual modalidade de remuneração – fixa ou variável – foi mais utilizada, e o quanto essas modalidades relacionaram-se ao desempenho financeiro das companhias, considerando-se o período proposto. Baseando-se nas análises realizadas, que envolveram estatística descritiva, correlação de Pearson e regressão linear múltipla, constatou-se que não há relação positiva e significante entre a remuneração praticada aos executivos e o desempenho financeiro das organizações brasileiras de capital aberto.

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