Open Conference Systems, II Congresso Nacional de Administração e Ciências Contábeis - AdCont 2011

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Técnicas de Análise de Investimentos em Empresas Terceirizadas do Setor de Mineração em Itabira- MG.
Tancredo Augusto Vieira, Wendel Alex Castro Silva

Prédio: Faculdade de Economia e Finanças IBMEC
Sala: Sala 3
Data: 2011-10-14 11:00  – 12:30
Última alteração: 2011-09-25

Resumo


O cenário atual e para os próximos anos do Brasil é de crescimento, devido a fatores como a Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016. Assim fatos como a viabilidade do projeto, seu retorno, prazo e risco, ganham relevância. O crescimento do país está sendo impulsionado por vários setores, sendo o de mineração um dos mais importantes, visto que o país possui grandes reservas minerais. Neste contexto, as empresas terceirizadas têm papel significativo para atender a produção que é repassada por grandes empresas. O objetivo deste artigo é identificar e analisar as técnicas de análise de investimentos utilizadas pelas empresas terceirizadas do setor de mineração em Itabira- MG. Este artigo utilizou uma abordagem qualitativa; é um trabalho descritivo, realizado através de uma pesquisa de campo com os gestores de cinco empresas terceirizadas de Itabira-MG. A análise dos dados foi realizada através da análise do conteúdo das entrevistas realizadas com os gestores das empresas. Verificou-se que as taxas mínimas de retorno são determinadas, na maioria das empresas, sem a utilização de nenhuma técnica específica. Para a avaliação das propostas, todas as empresas utilizam o período de recuperação do investimento (payback) como critério de decisão. Somente uma empresa pesquisada avalia as propostas utilizando a taxa interna de retorno TIR juntamente com o payback, conforme recomenda a teoria O valor presente líquido (VPL) não é usado em nenhuma das empresas, apesar de ser considerada na teoria como uma das mais importantes técnicas de análise de investimentos. O período mínimo de retorno dos investimentos utilizados pelas empresas da amostra é de 2 anos, podendo chegar a 5 anos. Verificou-se que a maioria das empresas classificam os projetos de acordo com a urgência em atender a demanda da empresa contratante, deixado de lado aspectos de viabilidade.

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